PÁGINAS

terça-feira, 11 de agosto de 2026

CONHEÇA OS GTs

 

1. Juventudes, escola e participação política

  • Coordenadores: Geovânia da Silva Toscano, Jussara Natália M. Belens de Melo e Maria de Assunção Lima de Paulo.
  • Resumo: Este GT discute a escola como um espaço social, político e cultural, focando nas culturas juvenis, relações de poder e na formação da consciência política. Acolhe pesquisas, relatos de experiência e projetos que abordem o protagonismo juvenil, a participação em grêmios e ações coletivas, além de estudar os jovens como sujeitos políticos em movimentos de luta por direitos e reconhecimento fora do ambiente escolar.

2. Tecnologia, Luta de Classes e as Disputas pela Hegemonia: Multifaces do Avanço da Extrema-Direita na Dinâmica do Capitalismo Contemporâneo

  • Coordenadores: Ananias Queiroga de Oliveira Filho, Ariane Alves da Silva e Janaina Freire dos Santos.
  • Resumo: Sob uma perspectiva marxista, o GT analisa o avanço tecnológico e a Inteligência Artificial como catalisadores ideológicos no cenário de crise do capitalismo. O foco está na emergência de discursos conservadores, "negacionistas" e de extrema-direita em ecossistemas digitais e redes sociais, que impactam processos eleitorais e combatem pautas de minorias (como comunidades LGBTQIA+ e mulheres). Acolhe trabalhos teóricos e empíricos sobre soberania digital, Estados e a dinâmica da luta de classes atual.

3. Democracia, Cultura e Neoliberalismo: Estudos de Gênero, Políticas de Igualdade e de Inclusão Social na América Latina Contemporânea

  • Coordenadores: Raphaella Viana Silva Asfora e Francis Oliveira Bezerra.
  • Resumo: Vinculado ao Grupo PRÁXIS da UFCG, este GT foca no cenário político-econômico da América Latina e na importância das políticas públicas de inclusão e direitos humanos no século XXI. Debate a garantia de direitos para grupos vulnerabilizados (mulheres, idosos, indígenas, LGBTQIAPN+, negros, refugiados, entre outros) e a formulação de estratégias de combate ao racismo, misoginia, homofobia e outras violências, buscando o fortalecimento desses sujeitos nos espaços de poder.

4. Dinâmicas Sociais do Trabalho: Novas e Velhas Formas Laborais do Capitalismo sob o Signo da Precariedade e (Des) Regulação com Perspectiva Interseccional de Gênero e Raça/Etnia

  • Coordenadores: Fabíola Cortezzi Guimarães Duarte, Kamilla Rocha Ferreira e Maylle Alves Benício.
  • Resumo: Organizado pelo Núcleo TDEPP, o GT analisa as transformações contemporâneas do trabalho impulsionadas pela reestruturação neoliberal e inovações tecnológicas, como o capitalismo de plataforma e o controle algorítmico. Debate temas como a precarização, a divisão sexual e racial do trabalho, a informalidade e as novas formas de resistência e mobilização coletiva dos trabalhadores (inclusive por redes sociais) frente à perda de direitos.

5. Inteligência Artificial, Colonialidade e Ciências Sociais

  • Coordenadores: Dr. Romualdo da Silva Sales e Me. Romualdo Batista Malaquias.
  • Resumo: Este grupo problematiza o uso da Inteligência Artificial generativa no ambiente acadêmico e cotidiano, analisando como essas tecnologias podem reforçar ou contestar a "colonialidade do saber" (conceito de Aníbal Quijano). O objetivo é acolher reflexões críticas sobre a produção do conhecimento nas ciências humanas, observando as relações de poder, os discursos de verdade, os saberes insurgentes e os marcadores sociais da diferença.

6. Entre a Militância e o Algoritmo: A Formação de Bolhas Ideológicas no Brasil Contemporâneo

  • Coordenadores: Ludmilla Silva de Oliveira e Tiago Damasceno Pereira.
  • Resumo: O GT investiga o papel dos algoritmos, redes sociais e plataformas digitais na criação de bolhas ideológicas, câmaras de eco e na polarização política no Brasil. Interessa-se em entender como diferentes atores (movimentos conservadores, coletivos negros, grupos LGBTQIAPN+, influenciadores) disputam visibilidade e afeto político no ambiente digital, aceitando também estudos sobre desinformação, ativismo digital e experiências de mediação de diálogos.

7. Tecnologias Algorítmicas, Poder e Desigualdades

  • Coordenador: Prof. Dr. Wellington Candeia de Araújo.
  • Resumo: Reúne investigações críticas sobre como a IA, sistemas automatizados e plataformas digitais — definidos como tecnologias algorítmicas — reproduzem assimetrias estruturais de raça, gênero, classe e território. O GT aceita pesquisas sobre vieses algorítmicos, reconhecimento facial, vigilância, regulação da IA, justiça algorítmica e os impactos dessas dinâmicas na privacidade, no trabalho e na democracia.

8. A Morte e o Morrer nas Ciências Humanas: Perspectivas Contemporâneas

  • Coordenadores: Elisa Gonçalves Rodrigues e Weverson Bezerra Silva.
  • Resumo: Propõe o diálogo interdisciplinar sobre a morte, os rituais funerários e o morrer como fenômenos sociais, históricos e simbólicos. Abrange investigações sobre gestão da vida e da morte, luto, suicídio, desaparecimentos, violência, necropolítica, patrimônio funerário e culturas memoriais, acolhendo contribuições etnográficas e teóricas da Antropologia, Sociologia e áreas afins.

9. Formação e Práticas de Professores de Sociologia da Escola Secundária Brasileira

  • Coordenadores: Rozenval de Almeida e Sousa, Rogério Humberto Zeferino Nascimento e Júnia Marúsia Trigueiro de Lima.
  • Resumo: Avalia a presença da Sociologia no Ensino Médio brasileiro após 17 anos de sua reobrigatoriedade (desde 2008). O GT foca no modelo de formação docente oferecido pelas universidades e nas práticas de ensino aplicadas em sala de aula (currículo, didática e materiais), buscando diagnosticar o cenário atual e propor alternativas pedagógicas baseadas nas vivências de professores em formação e em atividade.

10. Fragmentos do urbano: histórias, narrativas e práticas das/nas cidades

  • Coordenadoras: Viviane Gomes de Ceballos e Ayrle Alves de Figueiredo.
  • Resumo: Aborda o espaço urbano a partir de suas pluralidades e como construção material, social, política e simbólica. O GT incentiva estudos interdisciplinares sobre disputas de poder, políticas de memória, esquecimento e transformações urbanas, além de promover uma análise crítica dos limites, potencialidades e aspectos éticos do uso da Inteligência Artificial no fazer historiográfico e na preservação do conhecimento sobre as cidades.

11. Vida e Trabalho no Meio Rural: avanços e desafios para as organizações sociais

  • Coordenadoras: Prof.ª Dr.ª Maria da Conceição M. Cardoso van Oosterhout, M.ª Conceição Cristina Pereira da Silva e M.ª Maria Rozangela da Silva.
  • Resumo: O objetivo deste grupo é refletir sobre as conquistas e os obstáculos enfrentados por trabalhadores e trabalhadoras rurais e suas organizações sociais (como movimentos de mulheres camponesas). Busca estreitar a relação entre as ações de pesquisa/extensão das universidades e a dinâmica social do campo para a construção de referenciais teóricos e práticos que fortaleçam o segmento rural.

CONHEÇA OS MINICURSOS

 1. A Reprodução das Assimetrias Educacionais no Contexto da Inteligência Artificial

  • Coordenação: Romualdo da Silva Sales, Rosana Fernandes de Oliveira Frutuoso e Rony Willams Frutuoso de Souza.

  • Resumo: Afastando-se de visões tecnocentristas ingênuas, o curso analisa a Inteligência Artificial sob um viés estritamente sociológico e bourdieusiano, investigando-a como um novo mecanismo de produção e reprodução de assimetrias educacionais. O debate foca em como a promessa de democratização do saber esbarra na precariedade das escolas públicas e em como o domínio técnico e reflexivo dessas ferramentas atua como capital cultural e simbólico, aprofundando a distinção social e a distância entre grupos hegemônicos e subalternos.

2. Antropologia do Corpo

  • Coordenação: Professor Rogério Humberto Zeferino Nascimento.

  • Resumo: O foco do curso é desmistificar e desnaturalizar a percepção dominante de que o corpo humano possui uma dimensão estritamente orgânica e biológica. O debate demonstra como a medicalização e a estetização contemporâneas tendem a apagar o peso das mediações culturais. Em contrapartida, através de lentes antropológicas, o minicurso resgata a impressionante variedade diacrônica e sincrônica de concepções e formas de perceber os corpos humanos que diferentes sociedades e culturas registraram ao longo da história.

3. Cidade e Sociologia: teorias, conceitos, metodologias e problemáticas aplicadas ao Ensino Médio

  • Coordenação: Prof. Dr. Marcelo da Silva Araujo.

  • Resumo: Configurado como uma oficina de apoio ao trabalho docente, o curso visa oferecer subsídios conceituais e sequências didáticas para professores de humanidades do Ensino Médio na Paraíba. A ementa introduz a Sociologia Urbana clássica e contemporânea, perpassando as críticas de Engels à sociedade industrial, as formulações de Simmel e Weber sobre a vida urbana, e as contribuições ecológicas da Escola de Chicago (Park e Wirth). A proposta é dinamizada pelo uso prático de recursos de fácil acesso (músicas e vídeos do YouTube) para incentivar o debate sobre cidadania e a percepção do estudante como ator social.

4. Corpos Divinos, Gêneros Possíveis: androginia e terceiro sexo no hinduísmo antigo

  • Coordenação: Arilson Paganus.

  • Resumo: A proposta executa uma detalhada análise sociológica e histórica das representações de gênero, androginia e homossexualidade no contexto da Índia antiga. Cruzando a literatura clássica indiana (incluindo o Kamasutra e textos sagrados jainistas e hinduístas) com a sociologia da religião de Max Weber e conceitos nietzschianos, o curso debate o estatuto e os papéis sagrados conferidos às mulheres e ao "terceiro sexo". A tolerância de gênero na antiguidade oriental é contraposta de forma crítica à herança moralista e binária do Ocidente, exercitando um olhar metodológico voltado a desnaturalizar as categorias contemporâneas de sexualidade.

5. Enegrecendo a academia: autoria negra, formação crítica e combate ao racismo epistêmico

  • Coordenação: Jessica Ellen Paixão Silva e Maria Angélica de Oliveira.

  • Resumo: O minicurso propõe uma revisão crítica das grades curriculares tradicionais ao visibilizar e valorizar as trajetórias e produções intelectuais de pensadores negros nos campos das Ciências Sociais, Literatura e Linguística. O objetivo central é confrontar as estruturas do racismo epistêmico nos espaços universitários. A dinâmica metodológica é dividida em três fases bem delineadas: gamificação na primeira hora, seguida de exposição dialogada e, por fim, uma dinâmica de compartilhamento onde os próprios participantes apresentam autores negros vinculados às suas respectivas pesquisas.

6. Experiência, significado e produção de subjetividades

  • Coordenação: Luis Henrique Cunha.

  • Resumo: Este minicurso coloca em debate a relevância e a centralidade das experiências (tanto individuais quanto coletivas) nos processos de produção de subjetividades e na construção de significados socialmente compartilhados. A fundamentação teórica busca estabelecer interlocuções críticas com os campos conceituais da identidade e da interseccionalidade, propondo caminhos inovadores para análises teóricas e condução de pesquisas de campo empíricas nas ciências humanas.8

7. Inteligência artificial, poder e desigualdades nas Ciências Sociais

  • Coordenação: Prof. Dr. Wellington Candeia de Araújo.

  • Resumo: Uma introdução rigorosa e estritamente crítica sobre o avanço tecnológico, estruturada de forma a dispensar qualquer conhecimento técnico prévio em programação dos participantes. Aborda a IA como uma construção sociotécnica dotada de desdobramentos políticos e epistemológicos. O programa debate tópicos sensíveis como vieses algorítmicos (reprodução de desigualdades de raça, gênero e território em sistemas de reconhecimento facial), capitalismo de vigilância, desinformação nas redes digitais, impactos na governança democrática e o uso ético/metodológico de ferramentas geradoras de conteúdo na própria pesquisa científica.

8. Toda verdade deve ser dita? Dilemas filosóficos e jurídicos da mentira

  • Coordenação: Hermilia Feitosa Junqueira Ayres.

  • Resumo: Esta proposta propõe um olhar interdisciplinar e reflexivo sobre as fronteiras éticas, políticas e jurídicas que separam a verdade e a mentira nas relações humanas e na sociedade. Problematiza se toda mentira é moralmente condenável ou se há circunstâncias em que omitir ou mentir se torna um dever ético. Metodologicamente ativa, a atividade articula teorias de pensadores clássicos (como Kant, Nietzsche, Arendt e Foucault) a narrativas ficcionais, recursos audiovisuais e estudos de caso focados no campo jurídico, debatendo o direito ao silêncio, o contraditório, a ampla defesa e a produção da verdade institucional.3

9. Tópicos avançados em democracia e instituições: desafios contemporâneos da democracia

  • Coordenação: Prof. Dr. Jorge Henrique Oliveira de Souza Gomes, Prof. Dr. Maurino Medeiros de Santana e Prof. Dr. Clóvis Alberto Vieira de Melo.

  • Resumo: Dedicado à análise de fenômenos recentes descritos pela ciência política como erosão democrática, democratic backsliding e autocratização endógena conduzida por lideranças eleitas. O curso foca nos mecanismos de defesa institucionais, como o Estado de Direito e a accountability horizontal. O encerramento da atividade prevê um debate analítico e empírico focado no cenário brasileiro recente para avaliar a resiliência e os desafios atuais da democracia no país.

10. Trabalho Doméstico, Direitos e Memória: Produção Audiovisual e Extensão Universitária na Construção de Conhecimentos sobre Trabalho e Cuidados

  • Coordenação: Ana Patrícia Sampaio de Almeida, Eduardo Donato e Roseli de Fátima Corteletti.

  • Resumo: Vinculado a projetos de extensão (PROBEX/UFCG), o minicurso articula discussões teóricas e oficinas práticas sobre o trabalho doméstico e de cuidados sob a ótica das desigualdades de gênero, raça e classe. O foco está em debater direitos trabalhistas, previdenciários e a essencialidade dessa atividade para a reprodução social. O diferencial metodológico consiste na realização de oficinas de introdução ao uso de ferramentas audiovisuais (imagem e som) na pesquisa social, demonstrando como o cinema e a fotografia servem como instrumentos de memória, educação popular e incidência política para a categoria.

11. Transformações no Mundo do Trabalho: debates teóricos críticos e experiências de pesquisa qualitativa

  • Coordenação: Ana Carla Souto de Oliveira Gomes, Ana Márcia Almeida Pereira e Márcia de Lima Pereira Couto.1

  • Resumo: O minicurso promove uma reflexão crítica sobre as profundas mudanças estruturais ocorridas no mercado de trabalho nas últimas décadas. O debate parte da centralidade do trabalho na vida socioeconômica para analisar as novas formas de organização, controle e exploração contemporâneas. O conteúdo recupera a tradição marxista (fordismo, toyotismo, acumulação flexível) e examina os impactos diretos do neoliberalismo e da plataformização nas relações laborais. Adicionalmente, compartilha experiências empíricas de pesquisas qualitativas realizadas com trabalhadores de aplicativos, informais e empreendedores por necessidade.

12. Um “rico” campo de estudos: estratégias de pesquisa para estudar elites sociais e classes dominantes

  • Coordenação: Saulo Barbosa e Valdênio Meneses.

  • Resumo: Voltada para o topo da pirâmide social, a atividade propõe apresentar estratégias metodológicas, teóricas e éticas específicas para o estudo das elites e das classes dominantes. Os coordenadores pontuam que pesquisar esses segmentos exige uma formação conceitual rigorosa e uma cuidadosa interação empírica com grupos que reivindicam posições de hegemonia. O cronograma divide-se em debater o mapeamento e identificação das elites, os problemas clássicos da sociologia, o uso da técnica de prosopografia, a memória como dispositivo de poder e os desafios das entrevistas face a face realizadas por cientistas sociais.

domingo, 9 de agosto de 2026

Inscrições no evento

 




Para realizar a inscrição no evento favor preencher os dados:








IMPORTANTE:



Serão emitidos certificados (Participação Geral, Minicursos) para os inscritos que comparecerem em 75% das atividades do evento.


Os certificados serão entregues via e-mail em formato PDF.



segunda-feira, 3 de agosto de 2026

submissão de resumos de trabalhos




Normas e orientações para submissão de resumos de trabalhos para GTs – V ENCONTRO DE CIENCIAS SOCIAIS DA UFCG


  1. Poderão submeter RESUMOS EXPANDIDOS: docentes e estudantes de Instituições do Ensino Superior (públicas e privadas); profissionais da educação básica; profissionais autônomos com mestrado e ou doutorado; e demais servidores vinculados a programas de extensão e ou iniciação científica da UFCG em conjunto com o coordenador ou professor orientador.

  2. O resumo expandido poderá ser subscrito por até três autores.

  3. Deverá  apresentar o tema e objetivos do trabalho, metodologia e principais resultados, caso já tenha, observando: 

a) Título em caixa alta, centralizado, em negrito em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço simples;

b) Duas linhas abaixo do título, à direita deve constar os nomes completos dos autores, seguido da sigla da sua respectiva filiação;

c) No corpo de todo o resumo utilizar fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas simples, alinhamento justificado, em formato Word (doc. ou docx.);

d)  O resumo expandido deve ser iniciado na segunda linha após o nome do autor, em português com  até 7.000 caracteres com espaço; 

e)  Configurações de páginas: folha A4, 3 cm margem superior e esquerda, 2 cm margem inferior e direita;

f) A palavra “Resumo” deve aparecer em negrito e somente a primeira letra em maiúscula; e 

g) A indicação de 3 palavras-chave em português, separadas por ponto e vírgula, que devem constar na segunda linha após o resumo. O termo “Palavras-chave” deve aparecer seguido de dois pontos, em negrito e somente a primeira letra em maiúsculo.

  1. O prazo de submissão vai até as 23h59  do dia 15 de agosto de 2026, e devem ser encaminhados para o E-MAIL: encontrodecsufcg@gmail.com 

  2. Os resumos serão avaliados pelos respectivos coordenadores de cada GT.

  3. Divulgação dos resumos aprovados para apresentação  será divulgado no dia 25 de agosto.

  4. Casos omissos serão deliberados pela Comissão Científica. 


Campina Grande, 03 de agosto de 2026 

Comissão Científica